segunda-feira, 4 de novembro de 2013

ESPAÇO EDUCATIVO - PASTORAL DA CRIANÇA

Pesagem de uma criança pela coordenadora da Pastoral
A Pastoral da criança está localizada na Rua João Ferreira da Silva, Bairro Novo Horizonte (em frente à creche) atendendo assim essa comunidade. É um organismo de ação social que alicerça sua atuação na organização da comunidade e na capacitação de líderes voluntários que ali vivem e assumem a tarefa de orientar e acompanhar as famílias vizinhas em ações básicas de saúde, educação, nutrição e cidadania tendo como objetivo o "desenvolvimento integral das crianças” promovendo, em função delas, também suas famílias e comunidades, sem distinção de raça, cor, profissão, nacionalidade, sexo, credo religioso ou político.

A mesma iniciou com 250 crianças, que devido ao seu desenvolvimento nutricional e mudança de domicilio, atualmente são atendidas em média de 40 a 50 crianças por mês. Segundo a líder, é oferecido através do governo, somente materiais como: Caderno do Líder, Guia do Líder, Folha de Acompanhamento e 0,22 centavos por criança para o lanche, sendo assim, a pastoral é aberta à doações.

É realizada mensalmente a pesagem dessas crianças, sendo que quando alguma criança apresenta baixo peso é oferecida uma multi mistura que é feita na Sagrada Família pela coordenadora Dolaci com a ajuda de alguns voluntários. Em casos de obesidade é feito um trabalho nutricional junto com a família para que essa criança possa ter uma qualidade de vida melhor.
 Este acompanhamento é feito através das visitas domiciliares, é o contato mais próximo entre o líder da Pastoral da Criança e as famílias que ele acompanha. Nas visitas, o líder tem a possibilidade de conhecer melhor a família e partilhar conhecimentos e experiências sobre nutrição, higiene, cidadania, prevenção de doenças e acidentes, educação infantil, entre outros. É uma rede de solidariedade que tem sua força no voluntariado e atua com prioridade para as comunidades mais empobrecidas. Trabalha para promover a educação da criança na família, construindo uma cultura de paz no ambiente familiar e comunitário, para garantir a melhoria da qualidade de vida de criança até seis anos.
Este espaço é também destinado para o uso de outras atividades sociais como:
·        Reuniões do grupo dos sem casas;
·        Reuniões e palestras administradas pela instituição (CESEI Raio de Luz) que são oferecidas aos pais e comunidade.
·        Através das obras sociais são assistidas em média 13 famílias com auxilio de cestas básicas.
Podemos observar que nestes espaços há varias intervenções educativas como:
·        Interação;
·        Socialização;
·        Alimentação saudável;
·        Higiene;

Portanto a Pastoral da Criança em parceria com a instituição pode exercer alguns projetos educativos visando o seu desenvolvimento. Esses projetos podem estar voltados para os jogos esportivos, Rodas de leituras, Apresentações de teatros, Aulas de danças, capoeira e oficinas.

Por Maria Jaqueline, Lidiane Oliveira e Dayvimara

sábado, 2 de novembro de 2013

CARTOGRAFIA IV- ESPAÇOS EDUCATIVOS

Horta Comunitária do Bairro Novo Horizonte no ano 2007

O espaço é, antes de tudo, produto de uma cultura, na medida em que não há um "mundo natural", ou seja, os diferentes espaços da nossa cidade são produtos das relações humanas, fruto dos fenômenos culturais e sociais.

O bairro onde se localiza o Cesei “Raio de Luz” fica na periferia de Governador Valadares. Quando há edital para preenchimento de vagas nesta instituição é comum ouvirmos os “buchichos”: “Nossa! Você vai trabalhar lá? É um bairro perigoso. Já vi na TV que acontece tiroteio lá. Que o acesso é difícil em tempo de chuva... etc”.
Contudo, apesar dessa “representação” associada à pobreza e violência o Novo Horizonte possui outras faces invisíveis para a mídia, para moradores de outros bairros e até mesmo para seus próprios moradores. Por vezes, as lentes da rotina e as nuvens acinzentadas de comentários como o que fora citado nos impedem de olhar além dessa perspectiva e perceber as dimensões educativas que existem ao nosso redor e que podem se articular com a proposta pedagógica das instituições de ensino.
Fazendo esse exercício de desnaturalizar o olhar para os espaços no entorno da instituição foi possível verificar que existem lugares potencialmente educativos no bairro: a praça, a Pastoral da Criança, o Posto de Saúde, as igrejas, lan houses, as chácaras, a ponte nova, a horta comunitária, para a qual daremos destaque nessa atividade.

HORTA COMUNITÁRIA
Esse espaço foi construído em 2005, dois anos depois do surgimento do bairro, com o objetivo de fomentar a agricultura familiar urbana, melhorando a qualidade de alimentação dos moradores e convívio social. Como figura no texto do guia de viagem: São os atores sociais que transformam os espaços físicos em lugar, por meio da produção de estilos com estruturas particulares de significados, os quais envolvem memória, sentimento de pertença e afirmação coletiva.
Contudo, os sujeitos envolvidos com as atividades da horta não conseguiram desenvolver um trabalho “em comum”, as relações conflituosas e falta de sentimento de apropriação por parte dos moradores fizeram com que a horta ficasse na responsabilidade de apenas um casal de moradores do bairro, que não dá conta de gerenciar e produzir a quantidade de hortaliças que o espaço comporta.
Buscando uma interlocução entre os sujeitos da Creche, famílias e horta poderia-se criar uma proposta pedagógica que dialogasse com esse espaço, que se apropriasse dele no sentido de torná-lo uma extensão da creche, um “laboratório” de vivências e experimentações que integram o eixo temático de sustentabilidade e protagonismo. A pesquisadora Ecléa Bosi discorre em seu livro O tempo vivo da memória (2003), sobre a importância das crianças pequenas terem contato com a natureza. “É bom ver uma criança acompanhar dia a dia o crescimento de uma planta em suas pequenas e contínuas mutações, (...) não para terem noções de Botânica, (...) mas para sair de si mesma, alegrar- se com uma vida que não é a sua.” (p.210)
O projeto poderia contemplar a participação das mães/pais que já moraram na roça e possuem saberes práticos da lida com a terra e também aquelas que gostam dessa atividade. Para tanto é necessário um trabalho educativo, de sensibilização tanto das famílias quanto do “pessoal” da horta, a fim de que possam se envolver e se apropriar daquele espaço como um espaço comunitário, desenvolvendo assim seu potencial educativo.


Por  Karla Nascimento e Eliziane Valadares

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

CARTOGRAFIA 3



CARTOGRAFIA 3

Colocamos em foco o sujeito como parte de um todo. Assim com um momento de entrevista com mães atendidas pela Instituição Lar Fabiano de Cristo, vislumbramos a oportunização do que é uma escola de tempo integral.
Primeiramente vamos conhecer um pouco sobre esta Instituição que tanto faz por muitos.


A INSTITUIÇÃO ESCOLAR E SUA HISTÓRIA

O Lar Fabiano de Cristo foi fundado em 1958 na cidade do Rio de Janeiro e é uma entidade de assistência social, com sede a Rua Fabiano de Cristo, 170, São Cristóvão, que se constitui uma rede nacional de inclusão social integrada às redes sociais e educacionais municipais, estaduais e do governo federal.  Surgiu a partir da preocupação de pessoas em modificar a realidade da infância carente, inicialmente apenas com acolhimento e adoção, e a partir daí já conta com 65 unidades em todo país. O Lar Fabiano de Cristo de Governador Valadares foi fundado em 1975. O Lar Fabiano de Cristo possui um dos maiores programas de assistência social privada do Brasil direcionado à família de extrema pobreza, por meio de interação direta nas situações geradoras de exclusão social, tendo a missão de promover integralmente famílias em situação de exclusão social, através de enfretamento das causas que produzem as situações de adversidade material, social, moral e espiritual, contribuindo para seu equilíbrio. As atividades oferecidas não têm sob nenhuma forma ou pretexto caráter religioso, disseminador de credo, culto, prática e visão devocional e confessional.
 Ações Desenvolvidas no Lar: Apoio ás famílias e indivíduos na garantia de seus direitos de cidadania, com ênfase no direito á convivência familiar e comunitária;       Educação Infantil: Maternal até o 2º período, Programa Adolescente Trabalhador (faixa etária de 16 à 18 anos).
A Instituição atende uma população de: idosos, gestantes, crianças, adolescentes, pais, funcionários, voluntários e moradores das comunidades: Novo Horizonte, Penha, Santa Terezinha, São Paulo, JK1, JK2, JK3, Santa Rita, Nova Santa Rita, Canaã, Assentados, Vila União, entre outros.
Ao entrar em contato com a realidade da escola campo, Lar Fabiano de Cristo, percebe-se que as crianças são muito carentes. Portanto, a Instituição procura atender também às famílias através de reuniões de grupos sociais e cursos profissionalizantes para mães, onde aprendem artesanato, corte costura, culinária, computação e outras atividades que acabam transformando-se em fonte de renda, para as famílias.  Realiza-se também atividades dinâmicas com idosos, oficina do Projeto Adolescente Trabalhador e crianças da educação infantil de Maternal a 2º período sendo ele integral. Procuram oferecer um atendimento que valoriza a auto-estima, autonomia, os princípios éticos e os valores humanos, e todos os profissionais são vistos como grandes aliados nestas questões de formação social.  O Lar faz eventos como Domingo fraterno, Encontro de casais, Encontro das amigas, envolvendo assim toda a comunidade.

Assim vemos o quão grande e maravilhoso é o contexto em que as famílias assistidas pela Instituição Lar Fabiano de Cristo tem dentro do Tempo Integral.
Nossa primeira entrevistada foi a senhora Ludimila Gonçalves dos Santos, residente à Rua Presidente Getúlio Vargas, 609, Bairro Castanheiras, mãe do aluno João Victor Gonçalves dos santos de 4 anos que é aluno do tempo Integral, ela nos relatou que a Instituição é muito importante para sua família,pois lhe dá a oportunidade de aprender com os cursos oferecidos e ainda sente-se segura ao sair para trabalhar, pois sabe que seu filho está protegido e bem atendido por professores maravilhosos e atenciosos. Informou também que a Instituição como escola é importante para a comunidade, pois é lá na escola que as crianças estão aprendendo a serem pessoas melhores, pois se elas não estivessem lá no tempo integral, ficariam pela rua, pois em seu bairro não existe nenhuma atividade sócio-educativa. Comentou também sobre a Inclusão, pois acha muito interessante que as crianças tenham contato com outras crianças.
Conversamos também com a mãe Dalila Martins Cardoso, residente na Rua Fabiano de Cristo, 83, Bairro: São Cristovão, mãe da aluna Yasmin Martins de 5 anos. Dalila nos falou que a Instituição dá um grande apoio familiar e como escola de tempo Integral ela acha que é ótima, pois sua filha teve um desenvolvimento maior ao permanecer na escola, isto foi notado na família. O período Integral ajudou Dalila a sair para trabalhar sem se preocupar a com a filha, pois ela fica mais tranqüila sabendo que Yasmin está na escola. Relata que a Instituição (Escola) tem feito muita diferença em seu bairro, pois não é só sua família que tem recebido apoio e as crianças estão acolhidas e protegidas, tendo alimentação no momento certo, banho, aprendem e ainda podem brincar, tudo favorece, e o ambiente é harmonioso regido por uma atmosfera agradável.
Concluímos então, Eu Alexandra e Zélia que o Lar Fabiano de Cristo é para as comunidades que recebem a oportunidade de que seus filhos freqüentem a escola de tempo Integral que lá não é uma escola comum, pois a instituição promove no outro a capacidade de realizar seus próprios sonhos e/ou se possível procurar atender a cada um.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

CRIANÇAS EM ESPAÇOS NÃO ESCOLARES - IGREJA

Rotina de domingo - ir à Missa com a mãe
A criança da qual vou relatar a rotina e minha filha , ela se chama Julia Alice Rocha Ferreira de Matos  tem nove anos de idade esta cursando a quarta serie no Colegio Ibituruna em Governador Valadares .
A Julia tem uma carga horaria de estudos de segunda a sexta feira das 13:00 as 18 :30 , em casa diariamente ela se dedica uma hora todos os dias aos estudos  isto e segunda a sexta feira .Pelo fato de eu trabalhar em dois empregos (monitora e garçonete ) a Julia passa a maior parte do tempo sob os cuidados de meus pais , em casa a Julia age como uma criança normal mas posso perceber que ao brincar muita das vezes sozinha ela retrata muito a açao de uma pessoa adulta posso observar que isto acontece nas atitudes , fala e gestos .
Na rua onde moro nao tem crianças por isso o fato de ela brincar a maioria das vezes sozinha, mas na escola tem varios amigos e se comporta com eles de uma forma muito afetuosa e amigavel , demosntrando se ser responsavel e dedicada aos seus estudos segundo o relato de uma das professoras durante um plantao pedagogico .
Nos fins de semana quando estou em casa temos uma rotina de irmos a missa das crianças que acontece aos domingos na paroquia do meu bairro , da qual e ministrada pelo padre Luiz Marcio depois deste momento procuro aproveitar o dia maximo ao lado dela , procuro sair com ela ir ao lugares que ela mais gosta eu ate mesmo quando ficamos em casa procuro sempre dar uma atençao maior a ela do qual este momento fica com um saldo devedor durante a semana devido minha carga extensiva de trabalho .

Por Dayvimara Rodrigues

CRIANÇAS EM ESPAÇOS NÃO ESCOLARES - EM CASA

Isabelle começa o dia tomando o café preparado pela vó

Isabelle Pereira Santos
4 anos – Aniversário em: 26/04/2009

 Filiação : Wagner Santos e  Camila Pereira de Castro
 CEMEI Daniel Borges (anexo)
 Entrou no CEMEI: 29 de abril/2013
 Observação: 14/09 SÁBADO


Acordou 7h20 da manhã e fez sua higiene pessoal. Logo após sua avó preparou seu café da manhã e assim continuou sua rotina do dia, brincando um bom tempo sozinha. Isabelly  tem um irmão de 1 ano e 10 meses, segundo a mãe eles brincam mais sozinhos pois a rua é muito movimentada e de grande perigo, e a vizinhança é de crianças maiores. Dificilmente eles vão pra casa de alguém, no entanto, algumas vezes vão para a para casa de seu pai que mora a 3 (três) quadras  após, pois os mesmos são recém separados.

Percebemos que Isabelle é muita cobrada para cuidar do irmão, e diante das  observações feitas percebeu-se que o mesmo agride a irmã fisicamente.  Teve  um certo momento que ela estava brincando, ele chegou e pegou a tampinha  da mão dela e deu-lhe um tapa, ela começou a chorar  e ele continuou no mesmo lugar como se não tivesse feito nada, ela já demonstra certo receio em brincar com ele, sempre chamando a mãe para tira-lo de perto dela. 

Em alguns momentos Isabelle prefere brincar sozinha
Devido a não ter freqüentado a instituição nos anos anteriores demonstrou um pouco de dificuldade para assimilar as atividades propostas pelas educadoras. Sendo necessária uma reunião com a responsável para tratar sobre o assunto. Foi solicitada a mãe que trabalhasse com a criança atividades dinâmicas e concretas.
Com o passar dos dias foram surgindo os resultados, foi mudado totalmente o tipo de brinquedo, ela começou a ter acesso a livro de história, e alguns materiais recicláveis que lhe foi presenteado por uma tia. Neste processo teve algumas intervenções familiares que foi de grande valia. Hoje se percebe como foi importante tirar este tempo e dedicar atenção a esta criança. Sendo assim a escola de tempo integral veio proporcionar à criança, uma interação maior com outras crianças e desenvolvimento no que se refere ao aspecto cognitivo, motor e social.
Concluímos então que as atividades propostas obtiveram resultados positivos em seu desenvolvimento no que se refere ao contexto social e familiar. A educação informal é de mera importância para que alcancemos o nosso objetivo de trabalhar no sujeito as suas potencialidades e dificuldades fazendo com que o mesmo torne um cidadão de bem na sociedade.

Por Maria Jaqueline Pereira dos Anjos e Lidiane Oliveira



CRIANÇAS EM ESPAÇOS NÃO ESCOLARES - RUAS E PRAÇA

Brincadeiras, diálogos e aprendizados na praça do bairro 

Conhecer as experiências das crianças que atendemos na instituição CESEI RAIO DE LUZ nos dá oportunidade de compreendê-las melhor, levando em consideração as vivências que elas têm em outros espaços sócio-culturais. Sentir essa necessidade, de sair da nossa zona de conforto para lançar um olhar sobre os territórios por onde trafegam as mais diversas infâncias, torna-se essencial para aprimorar o trabalho dos que ousam ser Educadores.

Nas palavras de Émile Durkheim, “é preciso sentir a necessidade da experiência, da observação, ou seja, a necessidade de sair de nós próprios para aceder à escola das coisas, se as queremos conhecer e compreender.” Foi com esse objetivo que numa tarde ensolarada de domingo fomos ao bairro Novo Horizonte para observar o comportamento de crianças em espaços fora da escola. 

Andamos pelas ruas do bairro e vimos que crianças interagiram com outras crianças e com os demais adultos nas calçadas onde já havia sombra. Percebemos que algumas crianças estavam descalças brincando de bola (pelada) de bolinha de sabão, conversando entre si e assistindo quatro mulheres que brincavam de baralho. Por ser um bairro de periferia, as casas populares possuem poucos cômodos e espaço mínimo de quintal fazendo com que as calçadas e as ruas se tornem um prolongamento das casas.

Neste bairro alguns adolescentes utilizam calçadas
e ruas como um prolongamento dos quintais

De acordo com alguns relatos de mães o bairro não oferece opções de lazer para as famílias, fazendo com que o único local considerado por elas como espaço de lazer mais frequentado seja a igreja. Isso fica evidente numa gravação, em que a mãe responde que ir à igreja é a atividade principal no fim de semana, e a criança repete. 

Mesmo sem opções de lugares para lazer, as crianças brincam em vários espaços do bairro e de diferentes maneiras, criam formas variadas de brincar uma mesma brincadeira, de confeccionar determinados brinquedos e narram de modos distintos os brinquedos feitos por eles. Isso deixa claro a influência de suas vivências na cultura lúdica infantil.

A incursão por esses espaços nos fez ver e registrar situações significativas que colaboram para formar a consciência da criança. O exercício da autonomia, a prática da solidariedade, a liberdade para explorar o espaço geográfico, a experiência concreta, o exemplo dos mais velhos, como chutar um montinho de areia para saber a direção do vento ao empinar a pipa, são aprendizagens que moldam a sua identidade enquanto sujeito histórico e social. Florestan Fernandes ressalta o valor dessas experiências na interação e convivência em sociedade: “Afirmo que iniciei a minha aprendizagem sociológica aos seis anos, quando precisei ganhar a vida como se fosse um adulto e penetrei, pelas vias da experiência concreta, no conhecimento do que é a convivência humana e a sociedade.”



Por Eliziane Valadares e Karla Nascimento

sábado, 3 de agosto de 2013

BASTIDORES DO NOSSO SEGUNDO ENCONTRO.

Momento de estudo e descontração.
Bem Legal!!! Bastidores do nosso segundo encontro que aconteceu no Escritório do Maurício de Almeida, no centro de GV no dia 1º de agosto. Depois de muita leitura e correção, já cansadas e com um pouco de fome resolvemos pedir uma pizza gigante.Claro!! fizemos "vaquinha", juntamos as moedas e pronto!!! Deu tudo certo...Depois de comer fica melhor pensar, não é meninas?
Parabéns a todas pela dedicação!

“A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria.” Paulo Freire